A IGREJA E SUA INFLUÊNCIA NA EDUCAÇÃO


Jaci Elizia de Sousa nunes

Prof. Jeancarlo Moser

Centro universitário Leonardo da Vinci- UNIASSELVI

Curso Normal Superior (NDF-0081) História da Educação



RESUMO


 Apesar das coisas desagradáveis, houve outros fatos que foram de importância para a história da educação que ocorreram na idade média. O avanço do cristianismo o desenvolvimento das línguas e literatura ; a criação de universidades, e entre muitos outros.


Palavra chave: Educação; Igreja; Avanço.

INTRODUÇÃO

           A igreja na idade media colocava  um regime intelectual e brutal, incapacitando a mente e todo esforço intelectual e cientifico. Forçando homens a um sistema desumano, Advogando idéias e opiniões sem base nas lógicas.
           A expansão deste estilo foi levando o surgimento de filosofias contra a igreja, que procurava representar todas as religiões. Mesmo passando por várias circunstâncias, se organizou e logo mais passa a se conhecido como teocentrismo.
           Logo no século IX santo Agostinho se destacou procurando harmonizar a situação.


A IGREJA E SUA INFLUÊNCIA NA EDUCAÇÃO

           Para a mente ocidental, fundamentalismo significa uma rejeição à modernização e ao novo, acoplado a uma mentalidade dogmática. Mais comum, representa uma atitude psicológica e mental oposta à ciência e à reforma. Esta impressão surgiu quando o fundamentalismo cristão era visto como se opondo à ciência e à inovação e perseguindo cientistas e intelectuais, com base em acusações frágeis, argumentos falsos e princípios dogmáticos irracionais. A Igreja impôs um regime intelectual brutal que incapacitava a mente e todo o esforço intelectual e científico. A Religião se tornou monopólio da Igreja, elevando o clero humano à condição divina , forçando homens a um sistema desumano de celibato, advogando idéias e opiniões sem base na lógica e no senso comum. A Igreja interferia em todos os assuntos científicos, concedia indulgência aos pecadores e instituiu e conduziu a Inquisição. A expansão deste estilo ocidental  levou ao surgimento de filosofias e movimentos contra a Igreja, tais como a Reforma e o Iluminismo. Ao se opor à pesquisa científica e à invenção, e perseguir cientistas e intelectuais, a Igreja distorceu e minou os verdadeiros fundamentos da religião, relegando-a a um monte de dogmas e mitos. Esta forte reação contra a Igreja, abriu um caminho entre a religião e a ciência, não somente por razões meramente científicas, mas, também, psicológicas e filosóficas. A Igreja, de sua parte, procurou representar todas as religiões e isto levou a uma distorção das noções religiosas independentemente de seu conteúdo, idéias ou princípios.
           Contudo, apesar das diferenças mínimas o Ocidente o Islam e o pensamento ocidental permanece prisioneiro de sua experiência histórica e de seu longo conflito com o fundamentalismo cristão. É esta visão paroquial que o Ocidente está tentando, agora, aplicar ao Islam, admitindo uma atitude da Igreja com relação ao poder temporal no Ocidente., não tem do base na verdade ou na realidade, pois  o "fundamentalismo", de acordo com o Islam, é o exato oposto ao daquele existente no Ocidente.
           Muitos pensadores ocidentais estão, na verdade, conscientes disto, mas eles escolheram ignorar o fato por muitas razões, inclusive por causa da profunda hostilidade ao Islam e da sua imagem distorcida, promovida por orientalistas de várias gerações e, mais recentemente, em razão das alegações de que, com a queda do comunismo, o Islam emergiu como um novo inimigo.
           A tradição cristã abriu, portanto, uma nova perspectiva à criança, uma mudança revolucionária Cassagne Irene (1991.p20).
Por forças da circunstâncias ,a igreja se organizou politicamente e territorialmente, pois tinha muitos feudos, além de ter prestígio com a classe dominante,( reis e nobres). Logo a cultura medieval passou a se espelhar o pensamento da igreja, isso passou a ser conhecido como teocentrismo cultural, ou seja, o mundo era subordinado as leis de Deus.
           A igreja ainda passou , por meio de suas ordens a direcionar a produção cultural, mas as cidades começaram a se desenvolver e tornaram-se centros de novos valores culturais e assim foi saindo aos pouco dos dogmas da igreja.
          Quem controlava a educação era o clero católico. No século IX, fudaram- se escolas junto as catedrais. Logo em seguida, vieram as universidades. Sendo que algumas delas são conhecidas até hoje, com exemplo: Oxford e Cambrigde. Mas em todas as faculdades da época , a influência da igreja era forte. As aulas eram ministradas em latim, e algumas das matérias de estudo eram: teologia  (filosofia),ciências, letras, direito e medicina.
           Na filosofia, destacaram-se santo Agostinho e Tomás de Aquino. A principal preocupação deles era tentar harmonizar a fé cristã com a razão. Santo Agostinho era de uma corrente filosófica denominada patrística. Já São Tomás de Aquino, conseguiu reconstruir , dentro da visão cristã, boa parte das teorias de Aristóteles.
Santo Agostinho fez a síntese da filosofia clássica com a platônica junto com a fé cristã. Segundo a teologia agostiniana, a natureza humana é por essência corrompida.
A remissão estava na fé em Deus , a salvação eterna. As principais obras dele foram : confissões e Cidade de Deus.
          Essa visão pessimista em relação a natureza humana foi substituída na Baixa Idade média por uma concepção mais otimista e empreendedora do homem, com a filosofia escolástica, que procurou harmonizar razão e fé , partindo do fato que o progresso do ser humano dependia não só da vontade divina, mas do esforço do próprio homem. Essa atitude refletia uma tendência a valorização dos atributos racionais do homem, não devendo existir conflito entre fé e razão, pois ambas auxiliavam o homem na busca do conhecimento.


CONCLUSÃO


Na idade média a igreja era muito severa poucos tinham liberdade de se expor ,não tendo muita escolha a educação, ali só se formariam filósofos , médicos ,letrados ,advogados ,e cientistas, sendo controlados pelo clero  católico .
Mas algo de bom aconteceu fundaram universidades que  existem e são conhecidas até hoje.
Já no século IX Santo Agostinho procurou harmonizar razão e fé, partindo do fato que o progresso do ser humano não dependo só da força divina, mas do esforço do próprio homem, assim não existindo conflitos sobre ambos, que auxiliaram e auxiliam o homem na busca do conhecimento.


REFERÊNCIAS

CASSAGNE, IRENE. Valorização educacional da idade média.( 1991 p.20).
 http://www.juliobattisti.com.br>. Acesso em:03 abril.2006.
http://www.sbmrj.com.br>. Acesso em 30 maio.2006.


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